Bolsistas acadêmicas da Escola Padre João Piamarta desenvolvem poesias e poemas através de Artes Cênicas, com alunos do Subprojeto Mão Amiga CAPES/PIBID


No mês de julho, a bolsista acadêmica Verediane Wollinger aplicou seu projeto de poemas e poesias com os alunos do 5ºano, a proposta partiu da leitura do Livro “Poesia na Varanda” em que junto com a turma elaboraram um teatro de fantoches representando o livro trabalhado.
Segundo Modinger (2012, p. 107)

[...] o teatro pode ser entendido como um tempo de encontro á interação entre os colegas que fazem uma improvisação ou uma cena, e destes com os que assistem. Quando o teatro consegue ser um tempo de comunhão e convívio entre pares, muitos aprendizados começam a acontecer [...]

Partindo desse pressuposto, surgiu a ideia de produzir um teatro mesclando conto de fada com saúde e bem-estar. As bolsistas acadêmicas Célia Aparecida Chechelak , Larissa Silveira e Verediane Wollinger, com o auxilio da supervisora Natalia Aparecida da Silva , montaram a dramatização intitulada “Piolhos na Rapunzel”, com o objetivo de apresentar aos alunos da escola.
Com o resultado positivo da referente apresentação, as bolsistas receberam o convite para participar da abertura do bingo promovido pela escola no dia 05 de agosto de 2017, onde tiveram a oportunidade de encenar também para a comunidade que se encontrava presente no local.
O teatro contou com a participação de convidados: Ana Laís Montipó, Larissa Mello, o aluno do 5º ano Leandro Jurkiewicz e os alunos do 1º ano que finalizaram com uma música sobre higiene. 
Texto escrito pela bolsista Larissa Silveira.

REFERÊNCIAS

 JUNQUEIRA, Sonia. Poesia na varanda/texto Sonia Junqueira: ilustração Flávio Fargas-1.reimp-Belo Horizonte: âutentica Editora, 2012.

MODINGER, Carlos Roberto. Et al. Práticas pedagógicas em ARTES: espaço, tempo e corporeidade. Erechim: Edelbra, 2012.

Teatro de fantoches

Bolsistas apresentando o teatro

Alunos produzindo poemas

Bolsistas acadêmicas e alunos do 1º ano

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Bolsistas da equipe Guia Lopes confeccionam lembrancinhas para o dia dos pais


Uma das atividades desenvolvidas pela equipe de bolsistas do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID, da Escola Guia Lopes, é a produção de lembrancinhas em datas comemorativas.
No mês de agosto, não poderia ser diferente, no segundo domingo, comemoramos o Dia dos Pais. Nosso grupo, composto pela supervisora bolsista, Débora Passos Guimarães e acadêmicas bolsistas, Alessandra Aparecida Barbosa Ferreira, Renata Penteado, Suelin Ferreira e Viviane Cândido da Silva ficaram encarregadas de confeccionar um mimo para presentear a figura masculina.
 A lembrancinha escolhida este ano foi uma sacola em TNT decorada com EVA, a qual serve de “lixeirinha” para colocar no carro, dentro do presente cada criança vai enfeitar um cartão com uma declaração demonstrando seu carinho e gratidão pelo seu pai ou pela figura masculina que o representa.
Essas atividades, além de contribuir para a “Escola parceira” oportuniza o fortalecimento do relacionamento em grupo, a socialização e integração da equipe.

Texto escrito pelas bolsistas Débora Passos Guimarães e Viviane Cândido da Silva.

Bolsistas cortando as sacolinhas em TNT

Equipe confeccionando a decoração das sacolinhas

Sacolinha decorada

Equipe de bolsistas acadêmicas da Escola Guia Lopes
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Bolsistas acadêmicas da Escola Municipal Professor José Moura trabalham releituras de obras de arte, com os alunos do Subprojeto Mão Amiga CAPES/PIBID


No mês de junho de 2017, as acadêmicas bolsistas do subrojeto Mão Amiga, realizaram atividades voltadas à releitura das obras de arte do artista Romero Britto.
Sendo assim, foram confeccionadas atividades com ênfase no desenvolvimento da coordenação motora fina, visando o movimento de pinça bem como a criatividade e a imaginação além de desenvolver a interação e a socialização de cada aluno participante do projeto.
Neste contexto
[...] a arte propicia à criança expressar seus sentimentos e ideias, colocar a criatividade em prática, fazendo com que seu lado afetivo seja realçado. Tendo essa observação voltada para o âmbito escolar, vemos claramente como as artes visuais são essenciais na interação social da criança e como os professores podem desfrutar desse recurso para isso.  (SILVA; OLIVEIRA; SCARABELLI; COSTA E OLIVEIRA, 2010, p.96)

Com base nas atividades de releituras, foram desenvolvidos também exercícios práticos metodológicos visando à melhoria da escrita e da ortografia.

Texto escrito pelas bolsistas Mirian de Lima e Carla Roberta Rodrigues Cozer.


Referência: SILVA, Elizangela Aparecida da; OLIVEIRA, Fernanda Rodrigues; SCARABELLI, Letícia; COSTA, Maria Lorena de Oliveira; OLIVEIRA, Sâmyla Barbosa. Fazendo arte para aprender: a importância das artes visuais no ato educativo. Pedagogia em ação, v.2, n.2, p.1-117, nov. 2010 –Semestral. Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/index.php/pedagogiacao/article/viewFile/4850/5029 acesso: 12/06/17.  

Bolsista Mirian apresentando as obras do artista Romero Brito no data show

Bolsista Ersoli apresentando as obras do artista Romero Brito no data show

Aluna produzindo releitura

Alunos produzindo suas releituras juntamente com a bolsista Carla
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Bolsistas acadêmicas do Subprojeto Mão Amiga CAPES/PIBID e equipe da Escola Municipal Padre João Piamarta realizam a atividade de ação social no Abrigo Santa Clara


No dia 24 de junho de 2017, as acadêmicas bolsistas do Subprojeto Mão Amiga CAPES/PIBID Lais Kuruts Asquidamini, Larissa Silveira da Silva, Sonia Gonçalves Thibes da Luz e Verediane Wollinger, juntamente com a Supervisora Marli Horn e nossa supervisora e também professora da escola Natalia Aparecida da Silva, reuniram-se no abrigo Santa Clara para a realização da “Festa Junina” e encenação do “Casamento Caipira”. Cada indivíduo envolvido na realização das atividades desempenhou determinadas funções como: arrumação do local para a festa, comes e bebes, ensaios do teatro, customização dos internos, entre outros. A iniciativa do projeto social partiu da supervisora Marli Horn que já desenvolve atividades no abrigo há algum tempo. Neste mesmo dia, foi realizado juntamente com as acadêmicas bolsistas um momento de “Beleza”, onde às internas obtiveram a oportunidade de receber cuidados especiais antes da festa. As mesmas, se demostraram entusiasmadas e vaidosas.
O grupo já planeja desenvolver outra atividade no final deste ano. Esta ação social realizada no abrigo Santa Clara é uma lição de vida e humildade. Este trabalho social tem sido de grande valia na formação docente dos acadêmicos bolsistas no sentido de incentivar e refletir sobre suas próprias vidas. Graças ao Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID obtivemos essa grande oportunidade de conhecer e vivenciar um pouco sobre a história dessas guerreiras.

Texto escrito pela bolsista Célia Aparecida Chechelak.
Confecção da decoração da festa

Casamento Caipira encenado pelas bolsistas

Participantes da festa
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Bolsistas do subprojeto Mão Amiga CAPES/PIBID da Escola Municipal David Carneiro desenvolvem suas atividades através da sequencia didática “Aniversário do Senhor Alfabeto”


As atividades empreendidas no âmbito da Escola parceira Coronel David Carneiro, entre os dias 23 e 25 de maio, pelas acadêmicas bolsistas Paula Fernanda Teixeira Martins e Letícia Mariane Ferreira sob a supervisão da professora Suzete Seger, foram desenvolvidas por meio da sequência didática “O aniversário do Senhor Alfabeto” este planejamento teve como objetivo promover o ensino e aprendizagem de alunos do primeiro ano que atendidos pelo projeto e que se encontram no processo de alfabetização, nesta obra as letras do alfabeto são apresentadas de maneira encantadora e interessante. No decorrer da história é possível ensinar regras gramaticais de maneira lúdica. Por meio do desenvolvimento desta sequência didática nutrida de recreações no projeto Mão Amiga, pode-se verificar que os jogos e brincadeiras possibilitam grandes contribuições para o desenvolvimento da criança no processo de alfabetização e letramento.
Segundo Brasil (2007), existe inúmeras possibilidades de incorporar a ludicidade na aprendizagem, mas para que uma atividade pedagógica seja lúdica, é importante que se permita a fruição, a decisão, a escolha, as descobertas, as perguntas e as soluções por parte das crianças, pois do contrário será compreendida apenas como mais um exercício. Desse modo, ressalta-se a importância de aliar a ludicidade durante as práticas, por potencializar-se as possibilidades de aprender ao prazer das crianças no processo de conhecer.
A partir das atividades realizadas foi possível propiciar às crianças o conhecimento dos conteúdos da Língua Portuguesa e Arte, articulados ao lúdico e ao imaginário.

BRASIL. Ministério da Educação. Ensino Fundamental de Nove Anos: Orientações para a Inclusão da Criança de Seis anos de Idade. Brasília: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2007.
Texto escrito pela bolsista Paula Fernanda Teixeira Martins.
Festinha "O aniversário do Senhor Alfabeto"

Hora deliciosa, provando o bolo
Atividade realizada: alunos "escolhendo presentes" com a inicial do seu nome

Festinha "O aniversário do Senhor Alfabeto"
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TV Mão Amiga: um recurso pedagógico para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, utilizado pelos acadêmicos bolsistas atuantes na Escola Municipal Melvin Jones.


A acadêmica bolsista Jéssica Aparecida Damas da Silveira, confeccionou o recurso pedagógico “TV Mão Amiga”, feito com materiais recicláveis e sucatas. O recurso teve por objetivos, contribuir com a contação de histórias, auxiliar na expressão oral e corporal, desenvolver a interpretação e criação de contextos. Visando valorizar o desenvolvimento da aprendizagem significativa e lúdica, dessa maneira buscou-se abranger todos os alunos participantes do projeto Mão Amiga CAPES/PIBID.
Nesse contexto, a confecção do recurso pedagógico instigou a prática docente dos demais bolsistas atuantes na escola parceira Melvin Jones, os quais também utilizaram a “TV Mão Amiga”, na elaboração e aplicação dos seus planejamentos. A equipe de acadêmicos ao utilizar a TV, buscou instigar o imaginário infantil, enriquecer o vocabulário dos mesmos, favorecendo a reflexão crítica, o respeitar da fala de cada indivíduo, auxiliando na leitura e na escrita, visando conhecer aspectos da cultura de cada aluno, estimulando a memória e possibilitando a interação social.
Entretanto, observa-se que a prática de recontar histórias é uma arte pouco utilizada na contemporaneidade. De acordo com a autora Patrini (2005), “[...] esse quase desaparecimento do conto está associado ao surgimento das novas mídias, como o cinema e a televisão, que substituíram o horário dos saraus do passado”, neste sentido a junção desses dois elementos, a televisão de sucata com o conto, estimulou nas crianças participantes do projeto a arte de contar histórias através de um meio divertido, conhecendo várias linguagens.
Contudo, após a aplicação dos planejamentos pode-se avaliar que os educandos mais tímidos se soltaram e tiveram uma significativa melhora na socialização. O fato de estarem atrás de algo, tendo o material como um apoio, os ajudou a superar a timidez e passaram a desenvolver uma melhor oralidade, conseguindo se expressar juntamente aos demais alunos. Além de conseguirem demonstrar suas idéias e conhecimentos sem precisar estar com papel e lápis em mãos, socializando-se em grupo e participando das atividades propostas pelos acadêmicos bolsistas, o que trouxe uma satisfação para toda a equipe.


Referencia bibliográfica: PATRINI, Maria de Lourdes. A Renovação do Conto: Emergência de uma prática oral. São Paulo: Cortez, 2005. 

Texto escrito pela bolsista ­ Jéssica Aparecida Damas da Silveira.
Aluna contando como foi o primeiro dia de aula na escola

Alunos apresentando o Jornal e a Previsão do Tempo

Aluna contando uma história de suspense

Aluno contando uma história sobre o campo com sotaque caipira
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