Equipe da Escola Municipal Coronel David Carneiro trabalha com clássicos da literatura infantil


    Atentando para a riqueza cultural que os contos clássicos das histórias infantis representam e o quanto estes podem contribuir para o processo de ensino aprendizagem nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a equipe de bolsistas do Projeto Mão Amiga juntamente com sua supervisora, professora Aline Nataly Wolf, que atua na Escola Municipal Coronel David Carneiro, tem procurado enriquecer suas atividades junto aos alunos que participam deste projeto, com os contos clássicos da literatura infantil, proporcionando assim uma aprendizagem mais prazerosa e instigante, despertando o imaginário, a leitura, a interpretação e a criatividade. 
      Por mais conhecidos que possam ser os clássicos infantis, é impressionante como eles despertam o interesse dos pequenos, os quais interagem e participam ativamente das aulas, reafirmando o quanto a literatura pode ultrapassar as barreiras do tempo e do espaço, sociais e culturais. Tendo grande eficácia ainda para transmitir valores morais e éticos ou ainda levar o leitor a identificar seus anseios, fragilidades ou sonhos através dos personagens.
      Dentro do espaço escolar o educador pode ter nos clássicos infantis uma excelente ferramenta de fomentação da leitura, despertando no aluno o prazer em mergulhar nesse imenso oceano que é a leitura e através dela ampliar a visão crítica de mundo, a percepção de cidadania entre outros benefícios que a leitura pode proporcionar.


Texto escrito pela bolsista acadêmica Rozinei Cardozo Kranholdt.

Crianças realizando colagem de mosaico com E.V.A.

Alguns dos itens confeccionados por alunos para a decoração do painel dos Três Porquinhos.

Painel exposto na escola e elaborado tendo como base a história dos Três Porquinhos.

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Equipe do Projeto Mão Amiga auxilia na confecção da lembrancinha para o Dia das Mães



      De acordo com o calendário nacional, no segundo domingo de maio comemora-se o Dia das Mães. Conforme a tradição, as escolas, em parceria com os alunos, confeccionam lembranças em comemoração à data.
Na Escola Municipal Guia Lopes não foi diferente, e a equipe de acadêmicas bolsistas do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID auxiliou a equipe gestora na elaboração das lembrancinhas.
    Antes da efetivação da lembrancinha, houve um período de incessante diálogo entre os envolvidos, pois a intencionalidade era a de pensar uma atividade diferente, onde houvesse uma participação especial das crianças.
    Então, veio à tona a ideia de solicitar de todo o alunado a “doação” de um vidro de conserva vazio. Recolhida a quantidade necessária, o segundo passo, empreendido também pela equipe do Projeto Mão Amiga, foi o de pintar, com tinta específica, todos os potes.
    Sequencialmente, todos os discentes, a equipe gestora e as professoras foram para a cozinha, para fazer sequilhos. Frente a essa experiência, as crianças puderam vivenciar o sentimento de que estavam produzindo, com as próprias mãos, algo para as mães. Depois dos sequilhos feitos, cada educando participou de uma seção de fotos, vestido a caráter e incorporando a postura de um cozinheiro.
    Por fim, a montagem do pote-presente pautou-se na inserção dos sequilhos, que foram acompanhados pela foto impressa da criança e da receita utilizada. Diante disso, cada discente levou para a casa, como uma lembrancinha para o Dia das Mães, a materialização de um trabalho em equipe.
    A equipe do Projeto Mão Amiga sentiu-se imensamente grata pela experiência adquirida, principalmente por ter cooperado com o olhar gestor que a instituição precisa ter diante de ações que mobilizam toda a comunidade escolar.


Texto escrito pelas bolsistas Renata Penteado e Simone Luiza Kovalczuk

Bolsistas acadêmicas confeccionando lembrancinhas
Painel para fotos
Vidros finalizados



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Bolsistas do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID produzem materiais para compor o ambiente da sala de aula destinada ao atendimento dos alunos na Escola Vitória Fernandes


      A Escola Vitória Fernandes presa pela qualidade do atendimento das crianças e valoriza a participação do Projeto no atendimento aos alunos com dificuldades de aprendizagem. Neste ínterim, o mês de abril foi de grande trabalho e dedicação para tornar a sala, destinada ao atendimento do Projeto Mão Amiga aos pequenos, um ambiente acolhedor.
      Para essas adequações, foram confeccionados materiais que são necessários para compor um ambiente alfabetizador, onde a prática de ensino seja pautada na ludicidade como ferramenta de aprendizagem. Este ambiente não prima apenas pela aparência, mas sim por materiais que possibilitem às crianças a construção de seu próprio conhecimento.


Texto escrito pela bolsista acadêmica Dulcimara Tomki de Lima

Confecção da tabuada
Números
Alfabeto
Faixa do Alfabeto
Acadêmica bolsista Letícia Mariane decorando a sala
Início das decorações


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Coordenadoras do Projeto Mão Amiga visitam Escola Municipal Professor José Moura


No dia 29 de abril de 2015, os acadêmicos bolsistas Ersoli de Cássia Quirino Grob e Juliano Dilkin, juntamente com a professora supervisora do Projeto Mão Amiga, Adriane Elisa Dombrowski, receberam a visita das coordenadoras do Projeto, professora Ms. Rosana Beatriz Ansai e Dra. Kelen dos Santos Junges na Escola Municipal Professor José Moura, que está nessa parceria, contribuindo para o crescimento e aprendizagem dos alunos.
A visita das coordenadoras foi de suma importância, corroborando para a experiência enquanto acadêmicos. Na oportunidade, puderam-se mostrar as práticas lúdicas, desenvolvidas no Projeto Mão Amiga, com o objetivo de superar as dificuldades de aprendizagem.
Uma das práticas lúdicas que estava em realização nesse dia, foi a brincadeira indígena chamada Mangá ou Tobdaé, com o uso de petecas que foram confeccionadas pelos próprios alunos, com a intenção de valorizar a cultura indígena e reconhecer os costumes indígenas presentes na sociedade. Essa contextualização e prática lúdica fazem parte das comemorações ao dia do Índio, que foi no dia 19 de Abril.
Junto aos alunos percebeu-se uma imensa alegria, partindo de seu conhecimento prévio, motivando a criatividade na produção da peteca e na vivência da brincadeira indígena. A partir desses apontamentos, é importante valorizar a brincadeira para que a criança perceba que também se aprende brincando, oferecendo a ela a oportunidade de se expressar, de reconhecer, de vivenciar a história e, assim, ampliar os conhecimentos e fortalecer a aprendizagem.



Texto escrito pelos acadêmicos bolsistas Ersoli de Cássia Quirino Grob e Juliano Dilkin

Visita das coordenadoras de área

Brincando com petecas
Brincadeira indígena Mangá ou Tobdaé com o uso de petecas



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Dinâmica da “Cadeira Cooperativa Humana” é aplicada pelo Projeto Mão Amiga na Escola Municipal Padre João Piamarta



No dia 31 de março de 2015, as acadêmicas Karine Doopiati e Tatiana de Lima, bolsistas do projeto Mão Amiga na Escola Municipal Padre João Piamarta, aplicaram nas turmas que atuam a dinâmica da "Cadeira Cooperativa Humana”. Basicamente, a dinâmica consiste-se em agrupar os alunos, formando um círculo. Posteriormente, cada qual deita-se sobre as pernas do colega, ao passo que as cadeiras vão sendo retiradas pelo professor e os discentes precisam sustentar uns aos outros, até que ao final todas as cadeiras são afastadas e a sustentação ocorre apenas pelo esforço dos próprios alunos.
A dinâmica teve por objetivo desenvolver, nos educandos, a confiança nos colegas e a cooperação entre os pares, sendo estes enfatizados como fatores importantes para o desenvolvimento de um trabalho em equipe e o bom andamento das atividades realizadas em sala de aula. Destacou-se ainda que, se cada um faz sua parte, é possível alcançar um ótimo resultado.
Finalmente, após a realização da dinâmica e para ressaltar a intencionalidade desta, trabalhamos com o texto “O Piquenique das Tartarugas”, seguido de conversação e discussão com os alunos. Consideramos que a realização de tais atividades foram de suma relevância, sendo bastante prazerosas e de grande aproveitamento pelo alunado, tendo em vista que pudemos, de forma lúdica, alcançar o objetivo delineado e demonstrar às crianças integrantes do Projeto a importância do trabalho em equipe.

O Piquenique das Tartarugas

A família de tartarugas decidiu sair para um piquenique, e por serem naturalmente lentas, levaram alguns dias para prepararem-se para seu passeio. Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado, e durante o segundo dia da viagem encontraram o lugar ideal!
Elas levaram algumas horas para limpar a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Quando elas estavam prontas pra comer, descobriram que tinham esquecido o sal. Poxa, todas concordaram que um piquenique sem sal seria um desastre, e após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.
A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou, mas concordou em ir com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família concordou e a pequena tartaruga então saiu para buscar o sal.
Três dias se passaram e a pequena tartaruga ainda não havia retornado. Cinco dias… Seis dias… Então, no sétimo dia, a tartaruga mais velha, que já não aguentava de tanta fome, anunciou que ia comer, e começou a desembalar um sanduíche.
Quando ela deu a primeira “dentada” no sanduíche, a pequena tartaruga saiu detrás de uma árvore e gritou:
- Ahhãããããã! Eu tinha certeza que vocês não iam me esperar. Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal!

Texto escrita pela equipe do Projeto Mão Amiga que atua na Escola Municipal Padre João Piamarta

Referências:


O piquenique das tartarugas, Disponível em:  http://saber literario.blogspot.com.br/2012/02/o-piquenique-das-tartarugas.html

Alunos participantes do projeto realizando a dinâmica "Cadeira Cooperativa Humana" no Projeto Mão Amiga.
Bolsista Karine Doopiati aplicando a dinâmica com seus alunos.
Alunos da bolsista Tatiana de Lima durante a aplicação da dinâmica
"Cadeira Cooperativa Humana" no Projeto Mão Amiga.

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Projeto Mão Amiga na Escola Municipal Guia Lopes: visita das coordenadoras de área e ações desenvolvidas pelas bolsistas



Uma das máximas que solidifica a inserção do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID nas escolas parceiras está concatenada à costumeira visita das coordenadoras de área, professoras Ms. Rosana Beatriz Ansai e Dra. Kelen dos Santos Junges, a cada uma das seis instituições municipais que abriram as portas ao Projeto Mão Amiga.
A Escola Municipal Guia Lopes tem como especificidade de acolhida de bolsistas, tuteladas pela supervisora Débora Passos Guimarães, que atuam na área da gestão, dando o apoio à equipe gestora da escola. Frente a esse cenário, na manhã do dia 10 de abril de 2015, as coordenadoras de área foram até a escola e, juntamente com as bolsistas, a supervisora, a diretora e a coordenadora pedagógica traçaram as metas que o Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID tenciona alcançar em 2015.
Fruto de um diálogo entre a supervisora da escola, Débora Passos Guimarães, e da professora de Educação Física da instituição, chegou-se à conclusão de que a primeira ação a adquirir corporeidade é a da montagem de um circuito psicomotor, com atividades que serão pintadas no chão do pátio da escola, tais como a amarelinha, andar sobre uma linha, pé direito diante do esquerdo e vice-versa, caracol numérico, entre outras.
As atividades lúdicas são fundamentais no que pese à minimização das dificuldades apresentadas no desempenho escolar, pois quanto mais movimento a criança for estimulada a fazer, maior será a prontidão para o processo de alfabetização.
Em linha complementar, no dia 17 de abril, as bolsistas Elaine Maria Bunhak, Grasiela Pereira de Castilhos e Renata Penteado deram início ao processo de desenho das atividades, tendo o auxílio da supervisora Débora Guimarães. O objetivo que embasa a ação é o de resgatar as brincadeiras antigas que fazem parte da cultura popular, com intuito de os alunos aprimorarem a coordenação motora ampla e fina, a estruturação do espaço temporal, o equilíbrio, entre outras habilidades, além de todos os discentes terem um recreio muito mais divertido e prazeroso, tendo em vista que o pátio da escola evidenciará uma série de atividades.




Texto escrito pelas bolsistas Grasiela Pereira de Castilhos, Elaine Maria Bunhak e Simone Luiza Kovalczuk

Diretora Márcia Salete H. Gonçalves e Equipe Mão Amiga
Coordenadoras de área, professoras Ms. Rosana Beatriz Ansai,
Dra. Kelen dos Santos Junges e bolsistas

Equipe Guia Lopes e coordenadoras de área, Ms. Rosana Beatriz Ansai,
Dra. Kelen dos Santos Junges
Desenvolvendo circuito psicomotor
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