Bolsistas do subprojeto Mão Amiga CAPES/PIBID da Escola Municipal David Carneiro desenvolvem suas atividades através da sequencia didática “Aniversário do Senhor Alfabeto”


As atividades empreendidas no âmbito da Escola parceira Coronel David Carneiro, entre os dias 23 e 25 de maio, pelas acadêmicas bolsistas Paula Fernanda Teixeira Martins e Letícia Mariane Ferreira sob a supervisão da professora Suzete Seger, foram desenvolvidas por meio da sequência didática “O aniversário do Senhor Alfabeto” este planejamento teve como objetivo promover o ensino e aprendizagem de alunos do primeiro ano que atendidos pelo projeto e que se encontram no processo de alfabetização, nesta obra as letras do alfabeto são apresentadas de maneira encantadora e interessante. No decorrer da história é possível ensinar regras gramaticais de maneira lúdica. Por meio do desenvolvimento desta sequência didática nutrida de recreações no projeto Mão Amiga, pode-se verificar que os jogos e brincadeiras possibilitam grandes contribuições para o desenvolvimento da criança no processo de alfabetização e letramento.
Segundo Brasil (2007), existe inúmeras possibilidades de incorporar a ludicidade na aprendizagem, mas para que uma atividade pedagógica seja lúdica, é importante que se permita a fruição, a decisão, a escolha, as descobertas, as perguntas e as soluções por parte das crianças, pois do contrário será compreendida apenas como mais um exercício. Desse modo, ressalta-se a importância de aliar a ludicidade durante as práticas, por potencializar-se as possibilidades de aprender ao prazer das crianças no processo de conhecer.
A partir das atividades realizadas foi possível propiciar às crianças o conhecimento dos conteúdos da Língua Portuguesa e Arte, articulados ao lúdico e ao imaginário.

BRASIL. Ministério da Educação. Ensino Fundamental de Nove Anos: Orientações para a Inclusão da Criança de Seis anos de Idade. Brasília: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2007.
Texto escrito pela bolsista Paula Fernanda Teixeira Martins.
Festinha "O aniversário do Senhor Alfabeto"

Hora deliciosa, provando o bolo
Atividade realizada: alunos "escolhendo presentes" com a inicial do seu nome

Festinha "O aniversário do Senhor Alfabeto"
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TV Mão Amiga: um recurso pedagógico para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, utilizado pelos acadêmicos bolsistas atuantes na Escola Municipal Melvin Jones.


A acadêmica bolsista Jéssica Aparecida Damas da Silveira, confeccionou o recurso pedagógico “TV Mão Amiga”, feito com materiais recicláveis e sucatas. O recurso teve por objetivos, contribuir com a contação de histórias, auxiliar na expressão oral e corporal, desenvolver a interpretação e criação de contextos. Visando valorizar o desenvolvimento da aprendizagem significativa e lúdica, dessa maneira buscou-se abranger todos os alunos participantes do projeto Mão Amiga CAPES/PIBID.
Nesse contexto, a confecção do recurso pedagógico instigou a prática docente dos demais bolsistas atuantes na escola parceira Melvin Jones, os quais também utilizaram a “TV Mão Amiga”, na elaboração e aplicação dos seus planejamentos. A equipe de acadêmicos ao utilizar a TV, buscou instigar o imaginário infantil, enriquecer o vocabulário dos mesmos, favorecendo a reflexão crítica, o respeitar da fala de cada indivíduo, auxiliando na leitura e na escrita, visando conhecer aspectos da cultura de cada aluno, estimulando a memória e possibilitando a interação social.
Entretanto, observa-se que a prática de recontar histórias é uma arte pouco utilizada na contemporaneidade. De acordo com a autora Patrini (2005), “[...] esse quase desaparecimento do conto está associado ao surgimento das novas mídias, como o cinema e a televisão, que substituíram o horário dos saraus do passado”, neste sentido a junção desses dois elementos, a televisão de sucata com o conto, estimulou nas crianças participantes do projeto a arte de contar histórias através de um meio divertido, conhecendo várias linguagens.
Contudo, após a aplicação dos planejamentos pode-se avaliar que os educandos mais tímidos se soltaram e tiveram uma significativa melhora na socialização. O fato de estarem atrás de algo, tendo o material como um apoio, os ajudou a superar a timidez e passaram a desenvolver uma melhor oralidade, conseguindo se expressar juntamente aos demais alunos. Além de conseguirem demonstrar suas idéias e conhecimentos sem precisar estar com papel e lápis em mãos, socializando-se em grupo e participando das atividades propostas pelos acadêmicos bolsistas, o que trouxe uma satisfação para toda a equipe.


Referencia bibliográfica: PATRINI, Maria de Lourdes. A Renovação do Conto: Emergência de uma prática oral. São Paulo: Cortez, 2005. 

Texto escrito pela bolsista ­ Jéssica Aparecida Damas da Silveira.
Aluna contando como foi o primeiro dia de aula na escola

Alunos apresentando o Jornal e a Previsão do Tempo

Aluna contando uma história de suspense

Aluno contando uma história sobre o campo com sotaque caipira
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Bolsistas acadêmicas do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID e Equipe da Escola Municipal Padre João Piamarta realizam a atividade de ação social no Abrigo Santa Clara


No dia 07 de abril de 2017, as acadêmicas bolsistas do projeto Mão Amiga CAPES/PIBID Lais Kuruts Asquidamini, Larissa Silveira da Silva, , Sonia Gonçalves Thibes da Luz e Verediane Wollinger e Letícia Gregório de Amorim que já tinha se desligado do projeto mas compareceu conosco, juntamente com a Diretora Carmeli do Rocio Dorocinski, a Supervisora Marli Horn e as professoras da Escola Piamarta, Daniele Simone Bona, Josi Mariano Borille e  nossa supervisora e também professora da escola Natalia Aparecida da Silva, reuniram-se no abrigo Santa Clara para comemorar a Páscoa com as internas. Cada uma contribuiu com uma caixa de bombom e assim fizeram a entrega no local acompanhado de um caloroso abraço e desejo de uma feliz páscoa à todas do abrigo. A iniciativa partiu da supervisora Marli Horn que já desenvolve atividades no abrigo.
A ação deu tão certo que motivou as acadêmicas bolsistas a participarem de um novo encontro no abrigo, desta vez com o intuito de proporcionar às internas uma manhã de beleza e bem estar. Sendo assim, no dia 21 de abril de 2017 o grupo realizou corte, pintura e decoração das unhas das internas, as quais se mostraram muito contentes, pois além de receberem esse cuidado, partilharam suas histórias de vida. Neste dia fizeram-se presentes as acadêmicas bolsistas, Laís, Larissa, Sonia, Verediane e Édina krinski que passaram a integrar a equipe com a saída da Letícia Gregório de Amorim e Denise Delonzek, acompanhadas da Supervisora do projeto professora Natalia e da Supervisora da escola Marlin Horn.
O grupo está bastante motivado e comprometido, e já planeja em desenvolver outras atividades no decorrer deste ano. Está ação social realizada no abrigo Santa Clara tem sido muito gratificante no sentido de que nos incentiva a refletir sobre nossas atitudes enquanto pessoa e profissional na área humana, vivenciando momentos de aprendizado que podem ser transpassados em atividades pedagógicas pelas bolsistas do Projeto Mão Amiga CAPES/ PIBID.

Texto escrito pelas bolsistas Sonia Gonçalves Thibes e Verediane Wollinger

07 de abril - Comemoração de Páscoa

21 de abril - Beleza e Bem Estar

21 de abril - Beleza e Bem Estar

21 de abril - Beleza e Bem Estar 

21 de abril - Beleza e Bem Estar
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Recreio Dirigido Acontece na Escola José Moura: Brincando e Aprendendo!


A partir da reunião realizada na escola parceira, no dia 17 de fevereiro de 2017, que contou com a presença da diretora Ádria Moleri Metzler, pedagoga Patrícia Louise França dos Santos, acadêmicos bolsistas e a supervisora do subprojeto Mão Amiga foram discutidas uma série de ideias de extrema importância para a o bom desenvolvimento do projeto na escola. Dentre elas, combinamos que seria realizado pelos bolsistas o recreio dirigido, no intuito de envolver os alunos participantes do subprojeto e as demais crianças da escola, promovendo momentos de aprendizagem, desenvolvimento e socialização.
A primeira etapa aconteceu com a pintura de jogos e brincadeiras no chão do pátio da escola.  As variedades de jogos selecionados facilitaram para realização desta atividade, sendo eles: Twistter, Jogo da Velha e Amarelinha. Além destes, os acadêmicos também instigam as crianças a pularem corda e participarem das brincadeiras de roda.
O recreio dirigido busca também, amenizar incidentes e promover a organização, pois no período matutino o intervalo é compartilhado entre município e estado, assim existe muito tumulto e correria, sem objetivo algum. Ressaltando a relevância de se dirigir este ato, pois o termo “recreio” já parte de “recreação” na qual os indivíduos se descobrem e se desenvolvem. Soecki usando da fala de Araújo pontua que:

A recreação teve sua origem na pré-história, quando o homem primitivo se divertia festejando o início da temporada de caça, a habitação de uma nova caverna. Segundo Araújo, 1973 (apud CANTO, 2004), devido a isto houve uma transformação na vida humana com danças primitivas de adoração, invocação dos deuses, rituais fúnebres muitas vezes como aparência recreativa com alegria. Os adultos passavam para as novas gerações, em forma de brincadeiras, as atividades sociais que eram representadas pelo culto religioso e jogos coletivos. A Psicologia, a Pedagogia e a Educação acompanharam a evolução histórica da recreação.


Portanto, este ato de recreação passou de geração para geração, até chegar na pedagogia, que aplicou estes saberes na escola. Assim, percebemos a importância destas atividades para as crianças ampliarem a lógica (jogo da velha), coordenação motora (através do ato de pular corda, jogar twistter e amarelinha), noções de lateralidade ao colocar o pé esquerdo e direito (twistter e amarelinha), e também, o respeito e ordem no ato de organizar filas para a participação em cada atividade, aprendendo, brincando e se divertindo.
Lembra-se, que o recreio é o momento que a criança libera suas energias reprendidas em sala de aula, libertando-se, mas quando a mesma é protagonista de sua própria liberdade, não sabe o que fazer com ela. Por isso o recreio dirigido tem sua necessidade indescritível. Neste sentido Gaelzer citado por Soecki complementa:

No recreio convencional, os alunos lideram e escolhem as atividades, porém essa liberdade nem sempre é usufruída da forma mais adequada. Por meio do recreio organizado com atividades lúdicas, a escola, segundo a autora, pode estimular a formação de normas de moralidade e justiça. Assim, na escola, todo tempo deve ser potencializado para formação desse indivíduo. Todo momento é tempo para educá-lo. Com isso, o recreio precisou ser organizado para possibilitar a construção desse sujeito que antes se encontrava ocioso, ou manifestava-se de forma contrária à esperada pela escola. (GAELZER, 1979)

Conclui-se por meio deste, que este ato ainda constrói moralmente o sujeito, impondo-o disciplina. Sendo todo tempo valioso para educar. Pois como já citado o recreio sem ser dirigido ocasiona conflitos, entre crianças de diferentes idades ou da mesma, que muitas vezes se machucam fisicamente e emocionalmente por meio de brincadeiras inadequadas e prática de bullyng. A atividade dirigida tem sido eficaz, evitando incidentes inoportunos, incentivando a boa convivência e socialização entre os alunos, além de estar desenvolvendo-os em vários aspectos.
A escola José Moura colheu bons frutos através desta prática, as consequências são positivas e é evidente a satisfação dos alunos. Sendo gratificante para os acadêmicos bolsistas que fazem parte desta realização!


 REFERÊNCIAS: 
Disponível em: http://revistanativa.com/index.php/revistanativa/article/viewFile/97/pdf Acesso em: 19/05/2017. 

Texto escrito pela bolsista Nayara Calisto Chabatura

Bolsistas Nayara e Ersoli boleando corda para os alunos pularem

Bolsistas Nayara e Ersoli boleando corda para os alunos pularem

Bolsistas Nayara e Ersoli realizando Jogo da Velha com os alunos
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Literatura no Projeto Mão Amiga: sequência didática “Chapeuzinhos Coloridos”


Na primeira semana do mês de maio, as acadêmicas bolsistas Paula Martins e Letícia Ferreira atuantes do projeto Mão Amiga/ CAPES PIBID na Escola Municipal Coronel David Carneiro, sob a supervisão da professora  Aline Nataly Wolf desenvolveram uma sequência didática baseada na história infantil “Chapeuzinhos Coloridos” de José Roberto Torero e Marcos Aurelius Pimenta. O livro contém seis versões criativas do tradicional conto da “Chapeuzinho Vermelho”.
As atividades desenvolvidas no decorrer das aulas foram organizadas de modo que os alunos pudessem compreender os conteúdos propostos de forma lúdica e prazerosa, fazendo uso de recursos didáticos diversificados como o flanelógrafo (material revestido de flanela, feltro ou similar sobre o qual são fixados objetos). Contemplamos a confecção de jogos, atividade que transmite conhecimento, e proporciona momento de diversão ao educando.  Buscamos também através da história trabalhar com gêneros textuais, instigando o aluno a criar novas historias, novos personagens, pois como afirma Rufino e Gomes (1999, p.11)

a leitura de histórias influi em todos os aspectos da educação da criança: na afetividade: desperta a sensibilidade e o amor à leitura; na compreensão: desenvolve o automatismo da leitura rápida e a compreensão do texto; na inteligência: desenvolve a aprendizagem de termos e conceitos e a aprendizagem intelectual.
        
De acordo com o autor, a prática da leitura não se restringe apenas ao ler, ela abrange vários aspectos da educação, depende de nós educadores, fazer com que esta pratica seja desenvolvida de modo com que o aluno aprecie e compreenda suas leituras.

Referência:
RUFINO, C.; GOMES, W. A importância da literatura infantil para o desenvolvimento da criança na fase da pré-escola. São José dos Campos: Univap, 1999.

                                                                                 Texto escrito pela bolsista Letícia Mariane Ferreira
Livro Chapeuzinhos Coloridos

Contação de histórias utilizando flanelógrafo

Alunos confeccionando livro de receita

Livros de receita prontos

Alunos colocando em prática uma das receitas
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Equipe Guia Lopes confecciona lembrancinhas para o dia das mães


Tendo em vista, a data comemorativa dos “Dias das Mães” a equipe de gestão do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID, composta pela supervisora bolsista Débora Passos Guimarães e acadêmicas bolsistas Adrielle Krinski, Alessandra Aparecida Barbosa Ferreira, Gislaine Aparecida de Castro Schneider e Renata Penteado, ficaram encarregadas de confeccionar as lembrancinhas (porta pano de prato, em  EVA) que, tem por objetivo presentear a figura maternal, além de  emocionar e lembrar o quanto essa  pessoa é importante na vida da criança.
Essa atividade contribuiu para fortalecer a parceria entre a gestão da escola e da equipe do Projeto Mão Amiga, pois é um trabalho que exige  recursos, habilidades artesanais e disponibilidade de tempo.  Tempo este que apresenta-se  insuficiente no cotidiano escolar  da equipe de gestão e pedagógica da escola.
Outro ponto relevante é o trabalho coletivo das bolsistas, o qual foi desenvolvido buscando compartilhar ideias, tomada de decisões e divisões de tarefas conforme habilidades apresentadas .

Texto escrito pela Equipe de Gestão da Escola Guia Lopes
Equipe confeccionando lembrancinhas

Lembrancinhas prontas

Divisão das tarefas
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